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Amanda Campos busca 10º título e tenta liderar reação do Fluminense na Superliga

Experiente ponteira quer fazer história pelo Fluminense diante do Osasco Voleibol Clube nas quartas de final

Aos 37 anos, Amanda Campos segue escrevendo sua história na Superliga Feminina. Disputando a 18ª edição da carreira e dona de nove títulos, a ponteira agora tem um novo objetivo: conquistar o troféu pelo Fluminense, clube que defende desde 2024.

Nas quartas de final da temporada 2025/2026, o desafio é grande. A equipe carioca saiu atrás na série contra o Osasco, atual campeão, após derrota por 3 sets a 0 no primeiro jogo. Agora, precisa vencer para seguir viva na competição.

O próximo confronto acontece nesta quinta-feira, às 21h, no Ginásio do Hebraica, no Rio de Janeiro. Uma nova vitória do time paulista garante a classificação às semifinais, enquanto o Fluminense precisa do triunfo para forçar o terceiro jogo.

Mesmo diante da pressão, Amanda mantém o foco no objetivo maior: o título.

— O Fluminense respira isso, está em campeonatos para vencer. Seria incrível ganhar pelo clube — afirmou a atleta.

Dentro de quadra, a ponteira é peça-chave. Com 223 pontos na atual edição, ela é a segunda maior pontuadora da equipe, atrás apenas de Ariane. Sua experiência também tem peso decisivo neste momento da temporada.

Amanda fez questão de destacar a força do adversário e a necessidade de alto nível de desempenho.

— É um time muito forte, com um técnico extremamente experiente. Contra uma equipe assim, precisamos dar 300% — avaliou.

Com mais de duas décadas de carreira, a jogadora também refletiu sobre a evolução do esporte, especialmente com o avanço da tecnologia, que tem contribuído para a longevidade das atletas e melhoria na recuperação física.

Além dos números expressivos, Amanda leva para a quadra liderança e equilíbrio emocional — características fundamentais em jogos decisivos. Para especialistas, esse perfil pode ser determinante na tentativa de reação do Fluminense.

Se conseguir reverter o cenário, a equipe não só segue na briga pelo título como mantém vivo o sonho de Amanda Campos de alcançar sua décima conquista na Superliga — e a primeira com a camisa tricolor.

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